12 de mai de 2010

Entre poemas, sonhos, verdades e desejos crescemos e construirmos nossa história...

Nem todo mundo é Alice, Dorothy, Sofia ou Pollyanna.

O “País das Maravilhas” só existe em sonhos, e “Oz” se perdeu em nós.

Nossas filosofias também se perderam.

E o “jogo do contente”, com quem ainda funciona?

Mas nossas buscas continuam. E continuarão para sempre. É a única forma de nos mantermos vivos. Buscando.

E haveremos de ampliar os horizontes.

Haveremos, também, de aprender a satisfazer-nos a cada nova conquista e a valorizar cada passo que dermos.

Os velhos amigos devem ser mantidos.

E os amores? Os amores não morrem jamais (por mais que tentem nos convencer do contrário). Apenas devem ser colocados em algum ponto de nós, de onde não nos incomode, e ainda nos sirvam de inspiração e motivação para prosseguir na jornada.

Sim, compreendi que poesias e verdades não substituem certos sonhos ou traços de vontades pretéritas. E sei que so o tempo nos faz valorizar coisas que agora nos são presentes.

E, por ser “apenas um rapaz latino americano” meus poemas jamais serão Haikais. Não há nada em mim de oriental, exceto a calma.

Mas haveremos de crescer. E nossos valores haverão de se tornarem mais sólidos, e mais próximos do que espera de nós, O Bom e Velho Nazareno. Não esse que escreve aqui, mas Aquele, de quem tento ser simples aprendiz.

Chegará o dia em que liberdade não será mais confundida com descuido, ou falta de amor. Um dia onde não haverá mais mangás, nem cavalinhos. Então só nos restará a poesia sincera que existe em nós, toda verdade que tivermos cultivado e o aconchego carinhoso e paciente de quem tivermos sido capazes de manter conosco ao longo de nossas vidas.

Nesse ponto espero que tenhamos, todos nós, a gostosa sensação do dever cumprido, sempre que olharmos para os passos que deixamos pelo caminho. E que, tanto nós, quanto nossos filhos, sintamos orgulho de tudo que tivermos feito.

A vida é sim, uma aventura arriscada e deliciosamente incerta. Mas podemos fazer escolhas. E essa é a única coisa que de fato nos cabe. Nossas escolhas. Ao fazê-las não temos certeza de onde elas nos levarão, mas podemos antever de que forma viajaremos.

Se essa é sua vida, seu papel precisa ser o de protagonista. Nunca se sujeite a ser mera figurante em sua própria história. Mesmo que a sua se confunda com a de outras pessoas.

Não aceite outra coisa, senão a felicidade. Mas agarre-se à verdadeira. Aquela que nunca, em tempo algum, te abandonará. E, mesmo após minguada sua vitalidade, você ainda terá um sorriso no rosto, palavras gentis nos lábios e ouvidos, e abraços carinhosos, aconchegante e reconfortantes para dar e para receber.

Se nesse tempo, você tiver essas coisas, então terá recuperado a magia e a filosofia, que dão beleza e sentido à vida. Não terá deixado morrer os sonhos e, por isso, haverá, para você, menos “impossíveis” do que para a maioria das pessoas. Você terá sido, e ainda será, verdadeiramente FELIZ.

Siga bem minha querida...

Esteja em Paz

Para Alê, com carinho.

3 comentários:

  1. Foi começando bem
    Mas tudo teve um fim...

    ResponderExcluir
  2. Escolha ser feliz e a vida será mais bela.E o bom de tudo é que podemos recomeçar sempre.

    ResponderExcluir