19 de fev de 2012

Explicando...

Dois amigos reclamaram do “tamanho” do conto Adão. Um deles chegou a dizer que se eu preciso de um texto desse tamanho para transmitir uma idéia, então “ta danado”.
Bem, opiniões são bem-vindas, sempre. Mas me sinto na necessidade de esclarecer, à quem ainda não tenha percebido, que tenho essa enorme dificuldade em sintetizar. Sou prolixo. Me esforço, luto contra, tento encurtar as coisas. Mas vejam só o que acontece. Tenho certeza que outras pessoas diriam isso em uma linha, e aqui estou, sofrendo pra finalizar essa explicação antes de completar três páginas.  Admiro quem é conciso (o Carlos Heitor Cony não, é claro. Ele chega a ser irritante por conseguir exprimir tanto conteúdo em tão poucas linhas, é humilhante. Mas tudo bem, sou capaz de conviver com isso). No entanto, é necessário que fique claro que “Adão” não é um texto de opinião. Trata-se de uma obra de ficção. É um conto, é como tal é até bem curto. Não ultrapassa seis páginas A4. Bem menor que “As Crônicas de Nárnia”, que as estórias vampirescas, tão em moda nesse tempo de gosto duvidoso. Menor que alguns artigos publicados nos jornais de Goiânia. Menor até que Dois Segundos, que já é bem curto.
Sendo assim peço aos amigos/leitores que, ao começarem a ler o conto Adão, comece sabendo disso. E eu digo que vale a pena. Vale a pena ler, também, no blog da amiga Valdira, o conto Eva (que é um pouco “mais curto” e é ótimo)

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