31 de out. de 2009

Nasceu

Agora é cuidar com carinho, e esperar para vê-lo ganhar o mundo.
Veja como ficou lindo...

Um pouco mais, e com uma contribuição muito importante...


Bem, o lançamento será dia 06 de novembro.
Mas você ja pode fazer seu pedido...
Pré venda, para entrega/envio a partir de segunda-feira, dia 09-11.
Por apenas R$ 15,00 você tem a melhor opção de presente para esse Natal. Certeza de agradar a você mesmo e a todos.
Envie seu pedido, com comprovante de depósito para o e-mail: naza.poeta@gmail.com, juntamente com seu endereço. Se desejar que seja enviado para outra pessoa, inclua os dados do presenteado (mas eu sugiro que você entregue pessoalmente, com abraços, cafezinho, cerveja ou vinho, e boa conversa).

Conta para depósito:
Titular: Nazareno de Sousa Santos
Banco do Brasil
Agência: 3607-2
CC.: 35.530-5

Obs. valor do frete não incluso. O Envio será "à cobrar" e você pode indicar a forma (encomenda normal, Sedex ou Sedex-10). No caso de envio para outras pessoas, você pode incluir o valor do frete no depósito, ou propor outra forma.

30 de out. de 2009

Dias diferentes

Veio do Pantanal

Com jeito de araucária,

E esse perfume da floresta.

Desejos, no coração do Cerrado.

É, mais um dia muito diferente...

Mais do mesmo, de mim...

Agora no BarRio
Como no Senzala.
A música não muda.
A cerveja não muda.
A mesa continua vazia...
Mas muda a temperatura,
a sensação e,
depois de tanto tempo
e tantos quilômetros,
muda, sobretudo,
minha forma de ser sozinho...
29/10/2009

Sobre outros tempos

E não tendo mais
o Taquiri-Coxim
nem o Formoso
So me resta o BarRio!
É, não se pode, mesmo,
ter tudo, o tempo todo.

23 de out. de 2009

Uma reflexão sobre causas e consequências

Definitivamente precisamos encontrar uma solução. E sei que a solução não vira com uma única medida, ou com uma ação isolada. Estou consciente que serão necessárias várias ações, em um conjunto de medidas bem planejadas e bem coordenadas.
Outra coisa que acredito saber, é que uma solução definitiva passa, não exclusivamente, mas principalmente, pela vontade de população. Somente com uma decisão social é que se pode promover mudanças e transformações sociais. Mas, apesar de acreditar nisso, sei também que, para que as vontades coletivas sejam implementadas, é necessário uma boa liderança. Precisamos então de um líder que seja envolvido com a causa, que seja honesto, corajoso, justo. Que saiba ouvir (quase auscultar) o que diz a comunidade e, principalmente, que tenha princípios que comunguem com as mudanças que se deseja.
Não sei quando encontraremos esse líder. Nem quando transformaremos em ações, a vontade que tanto verbalizamos. O fato é que a situação está muito próximo da insustentabilidade.
E, mesmo não sendo sociólogo, pedagogo, antropólogo, padre, pastor, bispo ou jornalista (espera, jornalista eu sou sim, ganhei no “tapetão” do STF), não consigo ficar totalmente indiferente (ao menos mentalmente). E me permito imaginar minhas humildes contribuições para o grave problema.
Minha última ruminação não quer sair da “ideia” e, para tentar me livrar dela, vou expor aqui. (como diria meu amigo Demervas, “vou falar so pra desocupar a mente”).
Não trago nada de novo. Mas acho que precisamos pensar mesmo sobre as “externalidades” da manutenção de alguns “princípios”.
Bem, imaginem a cena: O viciado chega na farmácia da esquina e, sem rodeios, faz seu pedido. O balconista vai até uma área da farmácia, volta com o produto e entrega ao jovem homem do outro lado do balcão. Na pequena caixa umas figuras e algumas frases lembram, de forma muito chocante, os males que provoca. O jovem pede algumas seringas descartáveis, paga no caixa, e vai para casa com sua dose de cocaína.
Nos veículos de comunicação inúmeras campanhas esclarecendo todas as consequências de se usar tais produtos. De forma aberta, clara. Diria até escancarada. E não como as que (não)se vê hoje.
Nos laboratórios legalizados, produção controlada, com padrão de qualidade definido e fiscalizado pelos órgãos de saúde. Sem adição de substancias que tornem ainda mais letal o que já o é.
Em meu delírio todas as drogas estão envolvidas. Da maconha ao crack.
Venda feita de forma legal, sem armas, sem se esconder, sem o risco de ingerir um monte de outras porcarias que se coloca para fazer volume.
E, sobretudo, sem guerra por controle de bocas, sem fogueteiro, aviãozinho, sem helicópteros sendo derrubado nem jovens armados, por toda parte. Sem policiais ou “paisanos” (inocentes ou bandidos) morrendo por nada.
Com boa campanha, em todas as mídias, acredito que em duas ou três gerações já teríamos reduzido a um percentual, diria, aceitável, o número de usuários.
Sei que isso não resolveria totalmente o problema da violência urbana. Ainda teríamos a enorme desigualdade social, o grande número de pessoas na miséria, a ausência do Estado em várias áreas, a falta de prioridade dedicada à educação e essa corrupção tão presente, que dá até pra sentir fisicamente, nos tocando. Enfim, as causas da violência são várias, e nenhuma se resolve com uma única medida.
E não gosto da idéia de meus sobrinhos, ou minha enteada, irem à farmácia mais próxima e comprar uma “pedra” ou um “pico”. Mas também sei, por experiência própria, inclusive, que a sensação de proibido é um dos maiores, se não o maior, atrativo para os jovens.
E todo mundo sabe que o fato das “bocas” ficarem em locais distantes, perigosos de difícil acesso, não impede que cada vez mais jovens corra riscos para alimentar seus vícios.
Sei que a grande maioria não concorda comigo. Que alguns podem até me censurar, ou ainda, tentar me incriminar. Eu entendo. Até porque, mesmo eu que, estou aqui escrevendo isso, tenho certa resistência.
Mas não estou fazendo apologia ao uso de drogas. Nem estou falando exatamente do uso. Mas o fato de eu falar ou não, em nada interfere no lucrativo mercado ilegal de drogas, que fomenta o mercado ilegal de armas, de carros roubados, de assassinatos. O estado de horror que é presente hoje em várias cidades do país. E acho que se podemos eliminar a indústria do crime, relacionada com algum distúrbio social, devemos considerar sim, fazer isso. O distúrbio (no caso o vício das pessoas) resolvemos depois.

10 de out. de 2009

Histórias da coxia...Casos do teatro mineirense

Ah o teatro mineirense...

Sim, em Mineiros se faz teatro! Na verdade sempre se fez. E de boa qualidade.

Nunca teve uma casa de espetáculos decente (e Teatro nunca mereceu atenção, muito menos prioridade, da direção do Centro de Treinamento Santo Agostinho. Nem agora, que virou “Frank Green”), nem o merecido apoio do poder público ou do comércio. Mas isso nunca impediu que alguns “malucos” se dedicassem à nobre arte.

E não são poucos, esses “malucos”. Ainda bem. Senão, quem salvaria a cidade?

E, desde os tempos do “Teatração”, até os dias atuais, os grupos de teatro de Mineiros montam espetáculos de todos os gêneros. De boas comédias à discussões filosóficas.

Sim, acima eu disse “grupos”. Assim no plural mesmo. Teve “Teatração”, “GTE&C”, o grupo da Dona Mery e tem o “Theaomai”. Sem contar os grupos esporádicos, como o da JUNAC, que chegou a fazer uma pequena turnê regional com a montagem de “Meu padim segura o tacho, que a quentura vem pru baixo”, nem o grupo da Mocidade Espírita, em que esse missivista ousou dirigir por um tempo, e que montou alguns pequenos espetáculos (e chegou a escrever, coletivamente, dois bons textos).

Ou seja, vários grupos, e todos sempre contaram com grandes talentos. E também com algumas figuras que nem precisam de personagens.

Caso do grande amigo Cleudiomar, que vestia o personagem que fazia em “Meu padim...” como uma luva, como se tivesse sido escrito pra ele. A Fabiana, grande talento do grupo da Mocidade, que poderia ter se profissionalizado. E o Fábio Rocha, a Dayane, Breno, Lidi Vilela, Marnúbia, Tutuca (que teve uma passagem rápida pela cidade, mas que contribuiu muito), o diretor Toninho Gomes, e tantos outros.

Mas hoje acordei rindo à toa, me lembrando de dois integrantes do Theaomai, de quem há muito não tenho notícias. Kelson e Antônio.

Grandes talentos e cheio de trejeitos capaz de transformar qualquer texto sem graça em ótimas comédias.

Separados eram faziam todo mundo rir muito. Quando os dois estavam juntos em cena, então, era impagável.

É que o Antônio, cheio de “cacoetes” e com uma memória que às vezes falhava. E o Kelson, um super talento, raciocínio rápido, ótimo senso de humor e muito, mas muito mesmo, gozador (soube que está morando no RJ, e que já apareceu até em novela da Globo). E adorava pegar no pé do Antônio. Prometo narrar alguns encontros dois, em breve.

Mas a cena que me fez acordar rindo hoje, teve o Kelson como protagonista. Na cena em questão, uma pessoa estava no palco, e o Kelson entraria, assim que o primeiro colocasse fogo em um pedaço de papel (devia ser uma carta, bilhete ou coisa assim). Kelson tinha que entrar dizendo o texto: “Humm, que cheiro de papel queimado”. So que nesse dia a contra-regra (que era todos do grupo, já que lá todo mundo faz de tudo) esqueceu de colocar o fósforo, ou o isqueiro, onde deveria estar. Quem estava em cena, não sofreu muito. Não tendo como queimar o papel, o jeito foi rasgar.

O Kelson, que estava atento na coxia, entendeu a deixa e entrou, conforme estava no script. Mas, espirituoso como é, e rápido no gatilho, soltou, no tempo certo da piada (que fique bem claro): “Hummm, que cheiro de papel rasgado”...

9 de out. de 2009

Data Marcada

Isso mesmo.
Será no dia 06 de novembro o lançamento de "Dois Segundos"
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