9 de out. de 2009

Sinopse

... Seu problema não foram os erros. Pois não os cometera. Seu problema foram os acertos. Também não os cometera tanto quanto devia ...”

Um evento inesperado leva a personagem central de Dois Segundos a analisar toda sua vida. Usando fragmentos de poemas de Fernando Pessoa (em várias de suas pessoas) e de Augusto dos Anjos como farol que aponta o caminho para essa jornada, o livro narra essa viagem, na qual a jovem Crys vai descobrindo que nem sempre uma vida sem erros significa uma vida de acertos. E que o anseio em “mudar o mundo” pode representar um desejo maior (e muitas vezes não admitido sequer para nós mesmos) de fazer plena nossa própria vida.

Em um ritmo suave e muito envolvente, Dois Segundos apresenta de forma sensível uma reflexão sobre alguns dramas que acometem a maioria das pessoas de nossos dias.

Ao leitor será impossível não se emocionar com a jornada da bela Crys nem, tampouco, deixar de refletir sobre o que tem feito sobre sua própria vida.

Indicado para todas as pessoas que já abandonaram em algum lugar de sua história, as percepções que tinham quando crianças, Dois Segundos tocará mais profundamente as mulheres modernas, financeiramente independentes, profissionalmente bem sucedidas e envolvidas demais com seus compromissos profissionais a ponto de terem abandonado os sonhos que um dia tiveram, e que as levariam, sem dúvida a uma vida plena e verdadeiramente feliz.

Pelo que ainda vai chegar...

No início a Dona Felisbina com as mágicas estórias de gigantes, fadas e heróis;

Mais tarde foram Thais (a vendedora de flores) com suas aulas de matemática que sempre iam além dos números, e Nádia Ioris com suas aulas de língua portuguesa e literatura. Ambas dando grande liberdade de criação e incentivo às manifestações;

As longas e belas cartas trocadas com a querida amiga Lívia Paniago, vieram depois das boas críticas do Sr. Aloízio Paniago, que me são cada vez mais úteis;

Da importante passagem de Kátia Camargo por minha vida ficaram, além de boas lembranças, registros de descobertas;

As belas tarde de domingo com os amigos Aires Franco e Toninho Olegário, sempre cheias de poesia e muita música;

Os agradáveis encontros do pequeno grupo na casa do grande poeta e cardiologista, Chico. Responsável por ampliar o gosto e definir a vocação;

A convivência com os amigos da Academia Mineirense de letras e Artes (mesmo eu não sendo um imortal municipal) e da Agência Mineirense de Cultura. Universo sempre contagioso;

Os encontros culturais realizados na “Casa do Naza” la na Cohacol, e todos os freqüentadores (inclusive a turma da cozinha);

A todos os Manueis, Murieis, Cabas, Lilis, Bigas, Renas, Maris “espertonas”, Demers, Loiras, Ivos, Samucas e Barbosas pelos bons momentos de cerveja, baladas, Baleiros, risos, lágrimas e autenticidade, não deixando morrer em mim o que mais me agrada;

Às amigas/irmãs, por estarem sempre onde deviam (ao meu lado, onde quer que eu estivesse. Fosse esse lugar “uma fossa profunda” ou perdido em Uberlândia);

Ao "TEBE", por tantos momentos inesquecíveis (alguns bem sofridos, né...)

De Alessandra e Juliana recebo, hoje, o carinho de que preciso a compreensão e respeito, por minha frequente ausência-presente, nos momentos de criação, quase recluso.

Das amigas Zanja Pires, Eleuza Martins, Lidiane Vilela e Cléo Borges, recebi grande incentivo e importantes colaborações;

Dos amigos Erich e Jô, pelo apoio que alcança o velho mundo, e extrapola a esfera moral;

Dos novos, e importantes amigos do Projeto Hubuntu, responsáveis por grande parte de minha atual felicidade;

À tod@s @s amig@s. Por serem o que eu tenho de mais valioso;

Por fim, a todos que, ao longo desse tempo, receberam meus frequentes e longos e-mails. Os que tiveram ‘saco’ para lê-los e, principalmente, aos que se tornaram leitores desse meu blog.

À todos vocês, meu sincero MUITO OBRIGADO

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Ah, sim! Agradecimentos aos pais e aO Criador não cabem aqui. Pertencem a uma outra "esfera" de agradecimentos....

Angustia

Tarde estranha essa.
É segunda, mas me sinto como se fosse outono.
Folhas secas em minha garganta,
E o coração batendo onde deveria estar o estômago.

Dos olhos, minam águas que regam as folhas que me engasgam.
Ruminação "amargosa". E tenho que engolir sozinho.

Estou sem leste.
E vejo o Sol se por em minha nascente.
Devaneios quase desesperados...

Me esforço para continuar na superfície,
e respirando...
Mas ja não sei qual azul é o Céu,
e minhas braçadas podem me levar às estrelas,
ou me afogar...

05-10-2009

Da série "Dias estranhos"...

Assim e assado

Solteiro ou casado.
Rico ou sem grana.
Tranquilo ou agitado.
Não importa.
Sempre há dias
"assim",
e dias
"assado"!

7 de out. de 2009

Papo reto...

Demerval (twitter@demervas), meu amigo e um dos meus leitores mais fiéis, sempre reclama que meus textos são grandes...
Me desculpo apontando essa total falta de síntese.
Mas, para tentar me corrigir, é que gosto de exercitar minha capacidade de fazer pequenos poemas (série "Pequenos prazeres, mas não haikai"). E para reforçar isso, ando brincando com o twitter. Lá sim, os comentários são sempre "curtinhos". Ah! e com a intenção de ser mais bem-humorado (mesmo que seja humor negro...rsrs).
Será bem vindo (twitter@nazasantos). Passa lá...

4 de out. de 2009

Silêncio...

"Todas las voces, todas
Todas las manos, todas
Toda la sangre puede
Ser canción en el viento."

Adios Mercedes.
Gracias por su vida
Vaya con Dios...